domingo, 27 de maio de 2012

{PROMOÇÃO} Trapped in the Past


Hey people!

Estamos com uma promoção em conjunto com o Chuva de Noé  e o roqueiro Rafael Cury em comemoração ao dia do Rock, o noivado do Louie (do Chuva) e da Bruna (eu mesma *-* ), e em cortesia de Jéssia Beleza, namorada do Rafa que concedeu gentilmente o CD da banda, autografado. Aliás, muito bom o som dos caras, confere lá no http://www.myspace.com/rafaelcury.

O Rafael Cury é formado lá nas Califórnias ~ por aqueles lados pobres dos EUA ~ e é músico profissional a vários anos. A canção The Ballad for the Lost Boy venceu o concurso britânico de melhor composição no ano de 2010. Hoje ele trabalha com covers e está em processo de preparação do seu novo disco.

Sobre o livro Blues, de Robert Crumb, você pode ler a resenha aqui.

A promo será feita pelo Rafflecopter que é muito fácil de usar (bem mais fácil que os formulários). E alguns tópicos são obrigatórios para entrar na promo. Podem parecer muitos, mas com o Rafflecopter é tudo bem rapidinho de cumprir. Após cumprir o "obrigatório" você pode ganhar ainda mais pontos cumprindo outras tarefinhas.

a Rafflecopter giveaway


Boa sorte a todos os participantes!

quinta-feira, 10 de maio de 2012

{Eu li} Blues - Robert Crumb

Blues
Robert Crumb
Quadrinhos
Editora Conrad
102 páginas
O livro no Skoob | O livro no Omelete
 

Blues
é uma coletânea de quadrinhos feitos por Robert Crumb entre as décadas de 60 e 80. O autor, é o mais conceituado cartunista underground americano e figura entre a lista dos 100 gênios ainda vivos. Algumas histórias de Blues surgiram de pesquisas do autor, aficionado por música antiga e inadaptável à contemporânea, transformadas em biografias ilustradas de nomes da antiga música negra americana.
 
A HQ trás experiências de Crumb com a música, cartazes produzidos por ele, cartazes bem-humorados anunciando sua banda, histórias que ilustram a vida de negros americanos na época do blues, biografias, lendas desmistificadas e um pouco da vida do próprio autor. O ponto alto para quem não conhece muito do blues é a quadrinização de músicas, onde Robert ilustrava My Guy (não confundir com My God, da Noviça Rebelde) e até musicais da Broadway.




quarta-feira, 9 de maio de 2012

{Eu li} A invenção de Hugo Cabret - Brian Selznick

 Eu, Sabrina Ianes, venho por meu desta publicação assumir publicamente que sou extremamente lerda para leitura, principalmente quando se trata de clássicos ou leituras mais elevadas.
 
Sinopse:
"Hugo Cabret é um menino órfão que vive escondido na central de trem de Paris dos anos 1930. Esgueirando-se por passagens secretas, Hugo toma conta dos gigantescos relógios do lugar: escuta seus compassos, observa os enormes ponteiros e responsabiliza-se pelo funcionamento da máquinas.
A sobrevivência de Hugo depende do anonimato:ele tenta se manter invisível porque guarda um incrível segredo, que é posto em risco quando o severo dono da loja de brinquedos da estação e sua afilhada cruzam o caminho do garoto.
Um desenho enigmático, um caderno valioso, uma chave roubada e uma homem mecânico estão no centro desta intrincada e imprevisível história, que, narrada por texto e imagens, mistura elementos dos quadrinhos do cinema, oferecendo uma diferente e emocionante experiência de leitura."

 Quando pedi "A invenção de Hugo Cabret" emprestado, não imaginava não mesmo que o livro tinha quinhentas e poucas páginas, assim que soube já me bateu aqueeela aflição trauma d'O mundo de Sofia xD. E mesmo meu amigo me dizendo que tinha uma leitura muito fácil, apesar de ser bastante artística, e que possuía muitas figuras, eu já estava quase desistindo de ler. Quando eis que estou numa festa de aniversário e o dono do livro me fala que o trouxe para que eu o levasse. Saio eu da casa da nossa amiga, logo após o pós-festa, com aquela mala enorme que sempre carrego quando tem essas festas que nos obrigam a dormir fora por causa da distância, com nada mais que um pesinho extra agregado a minha mochila de acampamento.
 Vendo que eu iria ficar com mais um livro, demorando mais ou menos um ano para acabar de ler, assim que me vi confortável no ônibus abri o livro. E por mais que eu só tenha dormido dez minutos naquele dia, a história me prendeu completamente.
 O livro não tem apenas uma leitura fácil. Ele é convidativo, não apenas a capa, mas a fonte e as páginas também. O fundo onde a história escrita é um retângulo branco com bordas pretas,o que passa uma sensação totalmente diferente. Realmente possui muitas figuras, em certas partes o texto parava num ponto crucial da história e quando eu passava a página, esperando ler furiosamente o ápice do capítulo, me deparava com uma figura, que me fazia parar e observar com cuidado cada detalhe dela e ao fazer isso, sentia uma sensação de movimento o que deixava o livro mais completo ainda. Sem falar que em algumas partes não era apenas uma figura, eram duas ou três, que ao passar as páginas, o objeto a ser retratado ia se aproximando, dando uma ideia de "close".
O livro retratou muito bem a Paris de 1930. Diversas vezes é citado o hábito que as pessoas tinham de ir ao cinema o que não é muito diferente de hoje em dia rs e a estação ferroviária que é um dos cenários principais da história que mais uma vez nos passa a ideia de movimento, com os grandes relógios e pessoas a pressadas se atropelando para não perderem seus compromissos.
Por fim, acredite, se eu consegui ler este livro em apenas quatro dias, nada é impossível :}

terça-feira, 8 de maio de 2012

{Eu fui} - Lançamento do FMF4#

Fazendo meu filme 4#

 

Não sei se já comentei com vocês, mas eu não tinha lá muitas amizades com a minha turma de marketing. E o jeito era ser agregada das turmas alheias ou ficar sozinha debaixo de uma árvore, ouvindo música e lendo um livro da biblioteca durante o intervalo. No começo eu bem que optei pela segunda opção, mas aos poucos as aulas em comum me tornaram uma agregada bastante adepta das turma de administração e turismo.
 Essa agregação foi tão forte que me resultou em amizades firmes pós ensino médio, tão fortes que essas agregadas, que são muito fofas e se tornaram muito minhas, diga-se de passagem,me arrastaram para o lançamento do Fazendo meu filme 4, da mineirinha Paula Pimenta.


Mas ô lançamento complicado de se chegar viu! Tive que ir encontrar com a Natascha no Barra Shopping onde me perdi xD, de lá pegamos um ônibus para o Fashion Mall no qual além de termos enfrentado um engarrafamento desnecessário quase passamos do ponto =X para ficarmos quase duas horas em pé na fila para falar com a Paula.
O bom é que além de eu ter me divertido horrores, com essas técnicas de turismo, ainda fizemos amizades na fila; a Fernanda e a Eveline que depois deram aquela passada no Mc'Donalds e sofreram até achar o ponto de ônibus com a gente, mas como diz a Natascha, "essas são crônicas para um outro dia".
Reparem só na cara das guerreiras:
Eu, Thaís do Being Journalists, Fernanda e Eveline
nossas amigas de fila e Natascha do Sinto, logo escrevo
Eu bem que já havia visto o primeiro livro da série no Skoob , mas por ter essa capa toda fru fru não me interessei. Mas vejam só, caí no nosso velho ditado popular "não julgue o livro pela capa". E como as meninas me influenciaram, sem falar da inflência que eu sofri pelo próprio lançamento em si resolvi comprar e ler os livros, só que para a minha surpresa os três primeiros livros da série tinham acabado em todo o shopping. Enfim, apelei para a dona Natascha me emprestá-los da próxima vez que a gente se ver.
http://www.fazendomeufilme.com.br/

E para quem não é do Rio, aqui vai o cronograma do lançamento do livro e da Paula pelo Brasil:
Aí Bru, Bienal de MG...

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Para quem não soube, saber

Mesmo que eu nunca tenha sido fã dos Simpsons sempre foi meio impossível passar na sala e não rir das loucuras deles.
 Acabei me habituando com tanta maluquice, mas nunca tive essa curiosidadezinha dos fanáticos pelo desenho que era saber onde seria a cidade dos Simpsons, a tal Springfield. Eu sempre jurei que a estação preferida do autor era a primavera e ele resolveu fazer um nome híbrido ou algo do tipo, mas me enganei redondamente.
Depois de anos de dúvidas e imaginações sobre a verdadeira origem do nome da cidade onde se passa todas as trapalhadas do Sr. Homer Simpson e família, o criador da série, Matt Groening resolveu acabar com os nossos debates.
Em uma entrevista para a revista "Smithsonian" ele revelou que a cidade do desenho teve seu batismo inspirado na Springfield do Oregon.O motivo da cidade do desenho ter este nome é simplesmente um programa de TV que Groening assistia, o "Father knows best", o qual também se passava na cidade de Springfield, que é uma cidade próxima a Portland, sua cidade natal. Groening contou ainda que demorou para revelar o real motivo para não estragá-lo para os fãs, já que essa palavra é muito comum nos EUA, e assim, deixava livre para cada pessoa pensar que a cidade ilustrada no desenho seria a sua própria Springfield, personalizada por cada um.
Mas para falar a verdade, acredito que a principal inspiração seria a saudade de sua cidade natal, um valor bem simples, mas bastante sentimental e sinceramente fiquei me perguntando se Groening não estava, no fundo, no fundo, com vergonha de admiti-lo.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

{Jukebox} The one that got away - Katy Perry


Gente, eu não gosto da Katy Perry. Seja pelo estilo da música, seja pelo estilo dela, eu não consigo gostar.
 Mas, vire e mexe me pego gostando de músicas do tipo quando elas estão na versão instrumental, sejam em instrumentos de sopro ou cordas, simplesmente me apaixono >.<


Como essa aí :}

quinta-feira, 3 de maio de 2012

{Filme} Diário de um jornalista bêbado

Título Original: The Rum Diary


Gênero: Comédia, Drama e Romance
Duração: 120 min.
Origem: Estados Unidos
Estreia: 20 de Abril de 2012
Direção: Bruce Robinson
Roteiro: Bruce Robinson e Hunter S. Thompson
Distribuidora: Vinny Filmes
Censura: 14 anos
Ano: 2011

 Eu realmente estou começando a pensar que o Johnny tem uma séria relação de amor com o rum.
 Estrelado pelo meu tão querido Johnny Depp, "Diário de um jornalista bêbado" é uma adaptação do livro "The rum diary", escrito pelo falecido Hunter S. Thompson, que já teve outra obra, "Medo e delírio", adaptada para as telinhas e também estrelada por Depp.
 Tenho que admitir que quando se trata de um filme com o Johnny, basta ver o nome dele no elenco para que eu queira assistir não estou dizendo que já assisti a todos, mas bem que eu queria.  Mas infelizmente, tenho que admitir que esperava um pouco mais de hm...sarcasmo? É, acho que realmente é isso que faltou em certas cenas.
 De qualquer forma, eu gostando ou não a história é a seguinte Paul Kemp é um jornalista freelance bêbado, que está tentando parar de beber, diminuir aos poucos, só que o que ele diminui é o tamanho das garrafas e não a quantidade, que decide deixar os EUA, isso lá pela pela década de 1950, e se mudar para Porto Rico, onde vai, ou ao menos tenta, trabalhar como jornalista num jornal decadente, o San Juan Star.
 Como se não bastasse o fato de ser um jornalista boêmio em um jornal falido e morando de aluguel com dois loucos, Paul se interessa pela noiva de seu amigo jornalista ricasso, diga-se de passagem e por isso, óbvio, acaba perdendo todo o seu apoio, principalmente na parte monetária. E assim, ele e seus amigos de apartamento acabam tendo que recorrer para as mais diversas saídas.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

{Eu li} A Mecânica do Coração - Mathias Malzieu

La Mécanique du Coeur
Mathias Malzieu
192 páginas
Galera Record


"A mágoa do amor pode transformar as pessoas em monstros de tristeza." pg. 45
Quando a querida Vanessa Tourinho me recomendou este livro, num primeiro momento não acreditei que iria gostar. Mas já na sinopse ficou na cara que A Mecânica do Coração não é uma história de amor melosa qualquer. E muito menos uma história de amor sobrenatural como as que estão na moda.  Jack nasce no dia mais frio do mundo com o coração congelado nas mãos de Madeleine, parteira clandestina. Ela então conserta seu coração instalando em seu peito um relógio cuco. Esta é a base da história. Achou estranho?

Jack foi aconselhado por ela a jamais amar alguém, pois o mecanismo do cuco poderia resistir o prazer, mas ao amor não. Aos dez anos porém, em seu primeiro passeio, ele se encanta por Miss Acácia, pequena cantora andaluza com sérios problemas de vista. A elogiosa crítica na capa não mente: o livro é originalíssimo. Tem uma atmosfera sombria também, que lembra Tim Burton. É delicado, bruto, sensual, poético e, justamente por isso, tem trechos muito marcantes.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

{Jukebox} One for the Summer - Rafael Cury & the Booze Bros

 
O Rafael
é de Brasília, estudou canto e engenharia de som no Musicians Institute (Califórnia) é conhecido por seus trabalhos com Celso Salim, Dillo D'Araujo e Os Poortas, entre outros e seu som chegou a ser comparado com o dos Black Crowes.
Seu álbum Trapped in the Past (Preso no Passado) tem influências do classic rock e da psicodelia. Taí Rafael Cury & the Booze Bros na Jukebox. 



Continue lendo pra ouvir mais músicas e saber das novidades... ;)

quarta-feira, 25 de abril de 2012

{Eu li} A menina que não sabia ler - John Harding

A menina que não sabia ler (Florence and Giles)
Autor: John Harding
Editora: LeYa
282 páginas
 


Esse
livro e eu temos uma história um tanto curiosa. Comprei-o por impulso, por não ter me interessado muito, ficou ali na estante e logo o coloquei pra troca. Começaram a aparecer muitas ofertas de troca, mas nunca por um livro que eu queira (triste, né? :/). Ao ver tanta gente querendo o livro, fiquei muito curiosa e decidi dar uma chance.


Capa americana do livro.
A começo de conversa devo informar que tanto a capa quanto o título do livro no Brasil são completamente diferentes da edição original (Florence and Giles) e claramente comerciais. Portanto, "teje" avisado.
Florence realmente não sabia ler, pois seu tio era contrário à educação de mulheres (era 1891 além de seus motivos pessoais ), mas esse problema acaba nas primeiras páginas quando ela descobre a biblioteca. Giles, irmão da órfã, é três anos mais novo e tem um hábito peculiar: sempre que conhece alguém oferece duas opções de morte e pede que o ouvinte escolha a que mais lhe apetece. No castelo gótico a vida monótona de Flo que consistia em esconder de todos que sabia ler, adquire maior importância: proteger seu irmão de um suposto fantasma. 

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...