sexta-feira, 17 de maio de 2013

{Jukebox} Ma-ma-ma-my Sharona, do The Knack

Aôô, Jukebox sumiiido! Ê Bruna sumida também, né? É que eu tou lendo demais e resenhando de menos. E também tou mais pras bandas do Sobre Café e Livros, que é um tiquinho mais pessoal.
Hoje vim com uma música que vocês podem ter ouvido num episódio de Os Simpsons já! Foi lá que eu conheci e adorei. Taí o trechinho:

E também a original, que é boa demais da conta. :D


Se ficarem com saudade, também há posts inéditos lá no Sobre Café. :)


quarta-feira, 15 de maio de 2013

{Eu li!} Dália Negra, James Ellroy

Dália Negra (Black Dahlia) | James Ellroy | 1987 | 427 páginas | no skoob 



Mais do que levar o nome de um dos assassinatos mais notórios do século XX, o que me fez ler Dália Negra foi a obsessão do autor pelo caso. A mãe de Ellroy foi encontrada morta em um terreno baldio, assim como Elizabeth Ann Short (a Dália), quando ele era ainda bem jovem. Obcecado pela Dália, ele pesquisou a fundo o assassinato que se transformou em pano de fundo para seu romance de estreia.

Ambientado no fim dos anos 40 e início dos 50 a história é narrada por Bucky Bleichert, policial e ex-boxeador. O livro conta a relação dele com o também policial Lee Blanchard que fica obcecado pelo assassinato da Dália Negra (assim como o autor) e como a investigação muda suas vidas para sempre.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

{Eu li} Paraíso Líquido, de Luiz Bras

Paraíso Líquido, Luiz Bras | 2010 | 304 páginas | Editora Terracota | no skoob

Três coisas me fizeram ficar apaixonada pelo livro 1) se trata de ficção científica brasileira, 2) o impacto do primeiro conto e 3) a criatividade do autor. O livro é tão fantástico, os contos são tão intensos e se 
aprofundam tanto no tema que ao terminar a leitura senti como se tivesse lido vários livros em vez de um só.

"(...) os contos reunidos neste volume estão em busca de certo tipo de leitor relativamente incomum hoje em dia, ao menos nos círculos mais refinados. Falo dos apreciadores sofisticados que, ao abrir um livro, ir ao cinema ou ao teatro, buscam algo mais do que a simples realidade nua e crua." Rebecca O'Brien na orelha do livro.

Outra coisa bacana é que os contos vão se tornando cada vez mais fantásticos, mais futuristas, o mundo como conhecemos se desintegra cada vez mais, como se desse chance ao leitor de ir se acostumando aos poucos ao universo fabuloso a que Bras nos convida. Primeiros Contatos, o primeiro conto, já é um soco no estômago. Me envolveu e me emocionou tanto que me senti dentro da história, cúmplice do menino aniversariante que acreditava em extraterrestres. Já em Paraíso Líquido, o último conto, o leitor se vê num universo completamente diferente de tudo que já imaginou. Isso passando por guerras, experiências científicas, perseguições, o ciberespaço e além.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

{Eu li} Os Miseráveis - Victor Hugo

Heeeey molecada \õ
Eu resolvi ler um clássico dessa vez. E esse todos - ou a maioria - já ouviram falar. É até um musical que estava pelo Oscar neste ano e tem o Wolverine e a Mulher Gato. Já adivinharam, não é? Estou falando de Os Miseráveis ! 



Sinopse do Skoob: “Os Miseráveis mostram como uma pessoa pode se transformar graças à ação de outra. (...) História de fugas, trapaças e armadilhas, esta também é uma história de amor entre jovens. Aqui são relatados interesses e atitudes muito mesquinhos, mas também grandes gestos de desprendimento e bondade.”


Desse livro eu posso falar: Ele pode te mudar completamente. 

Mas vamos primeiro para a estória. Que é a estória de vida de Jean Valjean, que teve um passado obscuro e triste. Ele foi preso por 4 anos por roubar um pão para a família da qual logo depois ele nunca mais ouviu falar. Logo depois tentou fugir mais 3 vezes e assim ficou preso por 19 anos ao todo. Por roubar um pão. E logo ele vai para uma cidade pequena tentar viver de modo digno, mas na época, sempre que se entrava em uma cidade você iria para a Prefeitura e mostrava sua identificação. E sua identificação estava escrita que ele tinha cumprido 19 anos nas Galés e que era perigoso. Assim fica difícil conseguir um lugar para viver não?

Jean Valjean no filme, interpretado por Hugh Jackman, o Wolv !
Logo foi expulso de todas as hospedarias e casas que tentou ir. Sua fama correu rápido e de maneira exagerada pela cidade, mas um padre teve piedade e o alojou em sua casa. Ele foi tratado com tanta bondade que estranhava, mas aproveitou a calada da noite e roubou a coleção de talheres de prata do Padre e tentou fugir da cidade mas foi pego pelos policiais. Mas surpreendentemente, o Padre ainda pega mais dois castiçais e o entrega para levar e assim o livrando da prisão (novamente). Mas ele diz em segredo para Valjean: Que use o dinheiro que conseguir para ser um homem honesto.

Demora um pouco mas depois de reflexões e um episódio peculiar envolvendo uma moeda de prata, ele acaba mudando de personalidade e de identidade. Ele vira Madeleine e acaba enriquecendo uma cidade com sua bondade, dinheiro, respeito e ideias inovadoras para a Indústria. Ele sempre tem no encalço o policial Jalvert que teima em achar algo de errado no atual Prefeito (sim! Jean Valjean vira prefeito!). Mas Fantine entra em sua vida e antes de sua morte ele sente a necessidade de cuidar da filha dela, Cosette que está aos cuidados monstruosos da família desonesta Thénardier. Assim, ele escapa mais uma vez das garras de Jalvert e acaba resgatando Cosette que ainda é uma criancinha e que logo fica chamando-o de Pai. 

Cosette no filme!
O tempo passa e a barba vai crescendo, como diz Silvio Luiz. Amores e reviravoltas, mortes e sangue, mas principalmente, demonstrações de bondade são dispostas nesta obra. Victor Hugo mostra que sempre podemos ter uma segunda, terceira chance e que ideais se confundem quando você faz o bem sem olhar a quem. Traições estão por toda a parte mas sempre há alternativas para se desviar do mal. 

Lembrando que eu li a versão adaptada e traduzida por Valcyr Carrasco. A Original tem 1288 páginas e a que eu li só tem 160 páginas. Mas se mesmo assim, se eu tivesse canais lacrimais fáceis eu teria chorado, imaginem vocês meninas (e vocês garotos! Pensam que me enganam? Sei que choraram no final do último Toy Story!). E sem contar que nossa querida Sabrina Ianes fez a resenha do filme, confira AQUINota? 9,8 ! See ya \õ 

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...