domingo, 20 de fevereiro de 2011

Desafio Nacional: Banquete com os Deuses - Luis Fernando Verissimo

Por: Bruna K.

Oi, galere! Tou indo contra o cronograma do blog porque tenho deixado de postar muitas resenhas por acabar de ler antes da quarta-feira, e acabar postando outro, ou acabar não postando nenhum porque acabei dois e comecei um terceiro :0, huahua. Então, vou postar hoje duas resenhas. Uma de um livro que eu acabei ontem e outra de um que eu já acabei de ler faz teeempo e não postei nada pra vocês! Então, começando pelo livro do Verissimo, quer li para o Desafio Nacional.

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Banquete Com os Deuses - Cinema, Literatura, Música e Outras Artes
Autor: Luis Fernando Veríssimo
Editora: Objetiva
Páginas: 228
Ano: 2003
Dando uma olhada pela internet vi que muita gente acabou abandonando o livro e dizendo que não gostou. O que é uma coisa  que eu acho difícil de se ver se tratando do Veríssimo, esse senhorzinho simpático que eu adoro. Mas, ok, tem uma explicação. Em Banquete com os Deuses, Verissimo fala sobre grandes nomes do cinema como Hitchcock, Woody Allen e Fellini, grandes livros e escritores (como Lolita e O Apanhador no Campo de Centeio) e muito jazz e mpb. 

O único problema, não com o livro, mas com a gente que não conhece, é que muitas crônicas/resenhas ficam dificeis de ler por nem sempre conhecermos os filmes, livros e diretores que Luis Fernando cita. Às vezes você acaba até sem saber do que é que ele está falando. É um livro bem pessoal, como as resenhas que nós postamos em blogs hoje em dia, só que sobre filmes, livros e artistas de cinquenta anos atrás. 
Mas, é claro que tem muitos clássicos que todo mundo conhece que estão presentes no livro também. A crônica sobre como seria King Kong caso o gorilão não morresse é hilária! Cinquenta Anos Depois, Grande Irmão, Professor Pelé, George e os Outros e Interação são alguns exemplos de crônicas em que você sabe perfeitamente do que ele está falando. Há várias outras também, que mesmo sem a gente saber do que se trata são muito divertidas, como o diálogo entre Fellini e seu produtor. A crônica em que ele imagina como seria um coquetel com grandes gênios é demais também. 
Achei uma leitura super recomendada, mesmo que a gente empaque às vezes. Além de o já esperado humor de Verissimo, conhecemos alguns fatos de sua vida, suas preferências no mundo das artes e várias figuras famosas com que um dia você ainda vai se deparar em algum lugar. 
No meu caso, quando comecei a reler o Laranja Mecânica e vi nomes como James Joyce e Jorge Luis Borges, já tinha sido apresentada aos caras pelo livro de Verissimo. Informação nunca é demais. Mas, se você é do tipo que não está aberto a conhecer velhos deuses das artes, vai acabar deixando de lado, o que é uma pena.

Um comentário:

  1. realmente, um livro que faz menções a artistas clássicos deve ser osso duro pra entender. pra mim, talvez fosse interessante, mas não sei se faz exatamente o meu tipo. Já li livros do Veríssimo e super recomendo, mas não são todos que são fáceis de ler!! :)

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