quinta-feira, 6 de outubro de 2011

{Filmes} Bravura Indômita



"Joel e Ethan Coen fazem um raro filme sem cinismo, fiel ao espírito do romance original"
O novo filme dos irmãos Coen, com a produção de Steven Spielberg chamou minha atenção hoje na hora de escolher entre qual filme ir assistir no cinema.
Estava em dúvida entre O Vencedor, com Christian Bale e Mark Wahlberg, do diretor David O. Russell, filme muito bem indicado por Isabela Boscov da Veja ( veja a opinião ).


Talvez devesse ter visto O Vencedor, pois fui com meu irmão e talvez o filme, mesmo não se baseando nas lutas e sim nos conflitos entre os irmãos, nos chamaria mais a atenção.
Mas o fato é que Bravura Indômita pra mim é um filmão. 


A história pelo site oficial. 

Hailee Steinfeld, faz um papel de uma garota de tão forte caráter na pele de Mattie Ross que sustenta o filme por si só no começo. Seu pai foi assassinado e ela procura a vingança arduamente com uma imponência inicial de uma expressividade fantástica.
Quando encontra com Jeff Bridges ( Rooster Cogburn ) pede para que este o ajude a capturar o bandido, que a esta altura está foragido. A este oferece uma recompensa que começa a criar o relacionamento entre os dois.

No decorrer da história Mattie Ross encontra o Texas Ranger LaBeouf ( Matt Damon ), que está a caça do assassino, Tom Chaney ( Josh Brolin ) há meses.

Sou um leigo nas obras dos irmãos Coen ( conheçi-os em Onde os Fracos não tem Vez e depois em Queime Depois de Ler ) mas a história é muito sutil e as personagens são muito bem sustentadas pelas fantásticas atuações.

Jeff Bridges demonstra merecer o reconhecimento, o cara é simplesmente incrível. Depois de assistir Tron, é incomparável sua atuação e seu brilho. Da mesma maneira Matt Damon está tão irreconhecível, sou fã e vê-lo como um texano,eu juro que não reconheci ele até a segunda cena. 
Josh Brolin que foi a personagem antagônica ao vilão em Onde os Fracos não tem Vez, juro que não reconheci, só fui ver agora no IMDb.
Enfim, é um filme lento, muito sutil com as pitadas de sarcasmo dos irmãos Coen, mas excelente ao meu ver. Não sabia que era baseado na história de um livro do escritor Charles Portis, muito menos que era uma refilmagem.  Mas saber disso tudo depois de ver uma história com atuações tão fantásticas e cenas lindas, me faz querer ler a obra original, e ver o primeiro filme.
Saí do cinema pensando que algumas cenas são paradas, mas o feeling do filme é daqueles pra você assistir, sentado no seu sofá com uma coberta e saboreando os detalhes, que só assim pra perceber o sutil desenrolar, de paixão da história. Paixão pelos ideais e pelas circunstâncias.



Filmasso.


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