quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

{Eu li} Cinquenta tons de cinza - E. L. James

"Amor incondicional - o que todo filho merece dos pais."


Bem, há algumas semanas eu finalmente acabei de ler o Cinquenta tons de cinza, livro que eu vinha arrastando a leitura desde o final do ano passado, tanto pela faculdade ter quase me matado quanto pela preguiça de ler partes em que o livro realmente se arrastava.

Pois bem, antes de expor o que eu achei e entendi do livro, gostaria de colocar uma breve sinopse por mais que 85% dos leitores já tenham no mínimo ouvido falar algo sobre o livro. Então, segundo o Skoob:


"Quando Anastasia Steele entrevista o jovem empresário Christian Grey, descobre nele um homem atraente, brilhante e profundamente dominador. Ingênua e inocente, Ana se surpreende ao perceber que, a despeito da enigmática reserva de Grey, está desesperadamente atraída por ele. Incapaz de resistir à beleza discreta, à timidez e ao espírito independente de Ana, Grey admite que também a deseja, mas em seus próprios termos."

 Antes de tudo quero avisar que vou dar spoilers, que essa "resenha" é mais uma exposição de opinião, de repente até mais um debate do que uma resenha propriamente dita.




  E agora eis a minha visão do livro. Antes de começar a lê-lo, como a maioria dos leitores, procurei um pouco sobre o livro na internet e em um dos sites li meio que uma entrevista da autora dizendo que ela se inspirou bastante na obra que deixou Meyer famosa, ou seja, E. L. James  se inspirou em Crepúsculo. 


  Conforme fui lendo-o achei interessante separar alguns pontos em tópicos, os quais são:

  • "Deusa interior"? Sério mesmo? Não está tipo absurdamente apelativo e brega, não ?
  • Eu fiquei realmente muito besta. Esperava um pouco mais de criatividade da autora, o que não vi já que até o problema em aceitar presentes originado na Bella - Crepúsculo foi transmitido à Ana;
  • E. L. James aproveitou ideias como a troca de maridos da mãe da protagonista, a fuga para os conselhos maternos (e observações) de Crepúsculo que se fazem presentes neste primeiro volume;
  • A autora também transcreveu para 50 tons a breve passagem de Edward e Bella em um restaurante beira de estrada, o olhar dominador e a reação da garçonete;
  • Diversas vezes tive pontadas de nojo da Ana em certas passagens. Se muitas pessoas tinham nervoso com as decisões e maneiras de pensar da Bella, com as da Ana então...
  No final das minhas anotações, o que eu pude concluir é que eu li uma história reescrita em cima de Crepúsculo, só que o foco é a dominação sexual que é usada como "desculpa" para os traumas de Grey ao invés de  focar em seres, histórias e atividades sobrenaturais.

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